domingo, 20 de janeiro de 2008

Balancete do Caralho


Mais um ano que se foi. E outro que começa. Voltemos ao velho ciclo natural das coisas mundanas. Já está um pouco tarde pra se dizer isso, mas tudo bem.

Um ano de quartel. De amizades e de companhias desejáveis.
Aos companheiros de caserna, obrigado.
Principalmente e quase que exclusivamente aos dois carinhas que moram no meu peito.
São 14 horas, com 57 filhos da puta.
Vocês sabem que são vocês.

Diante de uma nova perspectiva das coisas, um recomeço.
E uma paixão. Os encaixes nos perseguem. Nos completamos e nos entendemos. O amor é recíproco. Eu a tenho e a desejo. Juntos, somos um. A fusão de corpos ardentes.
Giullia, eu amo você.
Quero ter-te comigo durante os dias que se seguem. Durante a eternidade.

Sabem, as coisas mudam um pouquinho. Nossas culturas são influenciadas, e mudamos também.
Sou hoje um carinha melhor que ontem, e ainda crú para amanhã.
Não me entenda. Me aceite.
E é no silêncio que o grito vem. É nas sombras que eu vejo você.

Por Jairo Santiago.